LEGADO

Antes de ser um empreendimento, era uma fazenda.

A Fazenda Santana do Cuiabano pertence à mesma família há gerações. A figueira já era grande, o lago já estava lá, e as vinte e cinco nascentes já corriam. O La Estancia veio para assegurar que um lugar tão único permaneça dessa forma, por muitas gerações a seguir.

Dividir a terra uma vez só, em trinta e sete estâncias, e parar. É nossa forma de guardar, e é o que é um condomínio haras.

OS EMPREENDEDORES

Feito por quem sabe construir coisas para durar.

Quem idealizou o La Estancia ajudou a dar forma ao mercado de capitais brasileiro. É gente acostumada a pensar em décadas, não em trimestres. Foi essa paciência que se levou para a terra: sem pressa de vender, com cuidado no que se preserva. Antes deles, a mesma paciência atravessou gerações: leia a história completa da terra.

A figueira centenária da fazenda, em contraluz no fim de tarde
Eduardo da Rocha Azevedo à porta de uma baia, oferecendo uma cenoura a um cavalo

Eduardo da Rocha Azevedo

Proprietário da Fazenda Santana do Cuiabano, a terra que hoje é o La Estancia. Presidiu a Bolsa de Valores de São Paulo e criou a Bolsa de Mercadorias & Futuros, que dirigiu no mesmo período. A fazenda sempre foi dele; o empreendimento veio depois, do desejo de não vê-la desaparecer.

Edemir Pinto em seu escritório, diante de uma fotografia emoldurada

Edemir Pinto

Incorporou o La Estancia. Foi um dos primeiros funcionários da BM&F e chegou a diretor-presidente; conduziu a fusão com a BOVESPA e a aquisição que, em 2017, formou a B3, hoje uma das maiores bolsas do mundo. Trouxe à terra a mesma paciência de quem constrói instituições para durar.

O TEMPO

Você não compra para si.

A estância é o último imóvel da lista, o que não se troca. Ela existe para a família que já se tem e para a que ainda vem: os netos correndo no mesmo campo, décadas depois.

Como se diz de um bom relógio: você não é dono, é o guardião da próxima geração. Aqui é a mesma ideia, no tamanho de um vale.

Conhecer as estâncias