Um vale inteiro, guardado.
São dois milhões e meio de metros quadrados de área total dentro da antiga Fazenda Santana do Cuiabano, em Valinhos. Um vale fechado por colinas, com um grande lago no fundo, que se isola sozinho mesmo à margem da Dom Pedro I.
Mais de 500.000m² foram deixados como reserva e preservação. O que se construiu aqui foi feito para aproveitar o melhor do que já existia.

A NATUREZA
Vinte e cinco nascentes e dois biomas.
A terra guarda a transição entre a Mata Atlântica e o Cerrado. Em Valinhos, a vegetação nativa cobre pouco mais de um décimo da cidade. Aqui, ela ficou de pé.
Colinas, pedra moledo, lagos e um relevo que muda a cada estância. O microclima é de dois a três graus mais fresco que Campinas. À tarde a luz desce dourada, e é ela que faz o lugar.
AUTOSSUFICIÊNCIA
A água nasce aqui e volta limpa para a terra.
O empreendimento se abastece das próprias nascentes. Tem estação de tratamento de água para o consumo e estação de tratamento de esgoto que devolve o efluente à natureza da maneira mais limpa possível.
A energia e a iluminação das áreas comuns correm por redes subterrâneas, com balizadores no lugar dos postes. É uma decisão a favor da fauna, da noite escura e do silêncio.


O CENTRO EQUESTRE
O coração das áreas comuns.
Um centro equestre de alto nível, compartilhado por quem mora aqui: picadeiro coberto, pistas de areia e de grama, dois grupos de cocheiras com quarenta e duas baias, redondel e trilhas de cavalgada por todo o vale. Há apoio veterinário e gente para cuidar dos animais.
Dá para praticar hipismo, adestramento e provas. E dá, também, só para andar até o lago no fim da tarde. Aqui você faz as suas escolhas, no seu tempo.
Centro equestre
CONVIVÊNCIA
Lugares para estar junto, quando se quer.
A sede social abre para a varanda com esquadrias do piso ao teto, e reúne cozinha técnica, bar e lareira para os dias de receber.
Ao lado, a capela ecumênica recebe as cerimônias de cada família, seja qual for o credo. Quando as portas se abrem, o campo entra junto.
Nada disso pede presença. Está lá para os dias em que faz sentido.
Sede social Capela ecumênica
SEGURANÇA
Discreta, e pensada nos detalhes.
O vale é murado, com um portal de entrada blindado e acessos separados para moradores, visitantes e serviços. O sistema foi desenhado por uma consultoria israelense de referência no setor.
Um para-raios iônico, que antecipa a formação da descarga, protege quem circula a céu aberto.


O ACESSO
A noventa metros da Dom Pedro I.
São cinco minutos até Campinas e uma hora até São Paulo, por uma das melhores estradas do país. Ela passa ao lado do portão, e ainda assim o vale segue em silêncio.
Quem chega pelo ar usa o heliponto próprio, homologado para voos de dia e de noite. Fica longe das casas, para não trazer o barulho junto.
Heliponto
EM MINIATURA
O vale inteiro, de uma vez.
A maquete é simplificada, como as de mesa. Mas o relevo vem das curvas de nível reais da implantação, o terreno que se vê aqui é a simulação de como ele existe.
Dá para ver as colinas que fecham o vale, o lago no fundo, a mancha de mata preservada. As ruas seguem o traçado real, da Dom Pedro I até a portaria. E, no meio do relevo, o centro equestre, a sede social e as estâncias — cada uma no seu lugar.
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CONHECER
Tudo isto se entende melhor de dentro.
A ficha completa — áreas, memoriais, o que cada estância permite — a gente apresenta na visita, com calma. Comece pelo lugar.
Conhecer as estâncias